18 de fevereiro de 2014

AGULHAS A POSTOS






Não, não me vou tatuar. Estou à procura de um vestido há uns 4 meses. Mas não aparece nada que eu goste. Já trouxe inclusive uns modelos da H&M mas fui devolver tudo. Sim, picuinhas. Sempre gostei deste estilo bailarina-punk-desalinhada-mas-com-brilho, e vestidos deste género são obrigatórios com botas das que estão lá em cima. Se eu ando sempre assim vestida? Obviamente a resposta é não, porque não há budget, mas se houvesse, andaria com toda a certeza. Concentrada nesta futilidade, dou por mim em busca do vestido-graal que não aparece, pela internet fora. Gasta-se muito tempo precioso, hoje finalmente encontrei estes. Não os amo perdidamente, mas compunham-me o roupeiro. Ainda assim, fora do orçamento.  Desta feita passou-me uma ideia pela cabeça: produzir o meu próprio vestido. Não tenho skills de modista, mas há sempre uma primeira vez para tudo. Ontem limpei o atelier e coloquei a máquina de costura a jeito. Encontrei uma pilha de Burdas dos anos 80 que eram da minha mãe, cheias de pó, e depois de me rir um bocado à custa dos modelos vaporosos típicos daquela bela época, lá encontrei uma coisa recta, que talvez seja capaz de costurar. (A modelo era (espanto) a Camila Pitanga - revista brazuca).
Vou tentar. Provavelmente vai sair-me mais cara a experiência do que comprar um vestido já feito na Zara, mas agora já é tarde, estou obstinada com a ideia. Vai sair a ferros. Fotos em breve, espero. Mesmo que pareça um pano de cozinha.


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