14 de março de 2014

AMOR DE MÃE





Adoro o trabalho do artista Cheyenne Randall. Acima de tudo vale pela ideia: ele imagina que grandes ícones que todos conhecemos e admiramos viveram uma vida paralela e foram pessoas diferentes, neste caso mais radicais e mais tatuados. A lista que ele já tatuou é extensa, e para além da Twiggy, da Audrey, do Mick ou da Marilyn constam personalidades como Jackie Kennedy, Picasso, Einstein, James Dean, River Phoenix, Johnny Cash ou Grace Kelly. Quanto mais clássica a pessoa, mais inusitado é o resultado (e na minha opinião melhor). Os tempos são realmente muito evoluídos, com esta técnica uma pessoa já pode projectar as tattoos sem se arrepender depois. Apesar de tudo ainda há muita gente que não gosta e aos mais conservadores continuará a fazer impressão, mas na cultura dos tattoo lovers costuma dizer-se que quem faz uma nunca se fica só por aí e cada vez mais se vê pessoal com grandes tatuagens do pescoço aos pés. Isto já não é só Amor de Mãe e Angola 69. Eu gosto muito de tatuagens mas têm que ser bem feitas, o típico golfinho ou a rosa a saltar do decote dão-me pesadelos.

Sem comentários:

Enviar um comentário