10 de março de 2015

MAIS FRESCA QUE A SARDINHA DA COSTA







Ainda a saltitar no quiosque, as mais frescas são para quem chegar primeiro. 

Fora de brincadeiras: a caneta com que desenho risca quilómetros para chegar até aqui, às vezes chega a deitar fumo. Cheira a gasolina no ar do atelier e desta vez até um bocado de terra da capa me veio parar ao teclado. Mas chegámos ao destino, sem correntes partidas, nem pneus furados, nem problemas mecânicos. Está gira que dói.

Sem comentários:

Enviar um comentário