11 de junho de 2015

FÉRIAS, PARA QUE VOS QUERO?









Para ir à praia, ficar até ao pôr do sol, para enterrar os pés na areia que não foi antes pisada, para comer gelados sem fim, para caçar camarões e fazer castelos, para ouvir o caroço das cerejas a bater no fundo do prato, para inventar a banda da praia, para fazer o pino, para comer percebes, para ler, para dormir a sesta, para fazer novos planos, para ajudar a punk zola a atravessar o areal sem pisar em nada que não seja areia, para a pôr na prancha do pai, para pôr as coisas em causa, para admirar a nossa costa, para aproveitar os dias mais longos, para tirar fotografias, para ter a praia só para nós.

Agora cheguei, cansada de fazer tanta coisa (os dias de férias incluem cozinhar, lavar loiça, roupa, acordar durante a noite) e preciso de férias das férias. Uma semana por ano não chega. Nada, nada, nada. Achei que estava preparada para começar tudo outra vez, mas fui atacada por um sentimento chamado blues-pós-estivais. 
E este post devia transmitir uma felicidade espectacular. Ups, ups, ups. (ainda por cima saí de casa com a sensação de "ferro da roupa ligado", tudo a ajudar.)


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