15 de agosto de 2015

CRISE NA PASTELARIA

Estávamos a brincar aos cafés, punk Zola era a proprietária e estava atrás do balcão de nariz empinado, e eu e o pai éramos os humildes fregueses.
- Bom dia, queremos uma sopa, se faz favor. (Ela agarra numas folhas secas e passa-as para a minha mão, depois nem dá tempo para degustar o caldo, passa logo à sobremesa:)
- Mamã, queres um Pastel de Nada?
- Quero filha, um de Nada para mim e um de Nata para o papá, s.f.f.

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