2 de junho de 2016

INTO THE WILD





Segunda e terça-feira foram dias de desanuviar da cidade. Rumámos até ao Moinho do Maneio e descobrimos esta paz. Não havia ruído de carros, não havia computadores e nem sequer rede de telemóvel, foi como estar numa bolha. Os campos estavam cheios de lavanda, papoilas e montes de variedades de flores silvestres que já não via desde a infância. Os gatos e cães da casa espreguiçavam-se por ali, ao sol, e quando podiam enroscavam-se nas pernas de quem passava. O som do rio e dos pássaros, que às vezes parecem só memórias, estavam ali ao lado. 
Eu gostei mais de remar na canoa, mas a punk Zola adorou a cama elástica e obrigou-me a saltar com ela o que me pareceram 3 horas por dia. Só que cada gargalhada dela compensou as minhas dores nos músculos, e depois de minutos a fio a saltar e a rir, revi-me nela. E consegui perceber uma coisa. Já não tenho um bebé. Neste momento a minha filha é uma cabriola profissional.

3 comentários:

  1. Uau. Lindas, as fotos. Então a primeira...

    Também fico sempre com uma apertozinho não sei bem onde quando olho para a Bolachita e vejo que já não é um bebé. Quando percebo que cada vez é menos minha.

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    Respostas
    1. Sim, estão meninas, definitivamente! É um clichê mas passa mesmo rápido.

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    2. Sim, estão meninas, definitivamente! É um clichê mas passa mesmo rápido.

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